Venda de produtos doados custeia 15% das despesas do hospital, que presta serviço gratuitoO bazar foi montado há quase uma década. Começou em uma sala de 30 metros quadrados, dentro do próprio hospital. Como as doações cresceram e o espaço era minúsculo, os administradores improvisaram um barracão para organizar o estoque. Ontem, foi inaugurada uma nova ala, com estrutura metálica, telhas de alumínio e lonas plásticas. São 200 metros quadrados. A venda de roupas, móveis, livros, discos, brinquedos, equipamentos eletrônicos e eletrodomésticos paga 15% das despesas da Sociedade Brasileira de Pesquisa e Assistência para Reabilitação Craniofacial (Sobrapar).
O hospital campineiro, fundado há 30 anos pelo cirurgião plástico Cássio Raposo do Amaral, é hoje referência nacional no tratamento de deformidades de crânio e face. Embora predominantemente pediátrica, pela grande incidência de fissuras lábio-palatinas no Brasil (um caso a cada de grupo de 650 nascimentos), cresce o número de atendimentos a adultos. Há casos de tumores de pele, doenças ósseas e traumas provocados por armas de fogo, acidentes automobilísticos ou fraturas. (Correio Popular)
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