Hoje, dia 8 de dezembro, comemoramos o Dia de Nossa Senhora da Conceição, padroeira da cidade de Campinas. Neste dia O dogma da Imaculada Conceição foi definido pelo papa Pio IX em 1854. No Catolicismo, Nossa Senhora da Conceição é uma das manifestações de Maria, mãe de Jesus.
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Padroeira de Campinas
Hoje, dia 8 de dezembro, comemoramos o Dia de Nossa Senhora da Conceição, padroeira da cidade de Campinas. Neste dia O dogma da Imaculada Conceição foi definido pelo papa Pio IX em 1854. No Catolicismo, Nossa Senhora da Conceição é uma das manifestações de Maria, mãe de Jesus.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Brasil ganha Dia da Pessoa com Deficiência nos Parques
Célia Leão entre empresários e dirigentes do setor de parques de diversão reunidos no Hopi Hari, em Vinhedo O Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, celebrado no dia 3 de dezembro, serviu de inspiração para o lançamento, no Hopi Hari, em São Paulo, da primeira edição do Dia Nacional da Pessoa com Deficiência em Parques e Atrações Turísticas. O evento reuniu 8,5 mil pessoas com algum tipo de deficiência de 82 instituições e contou com a presença de autoridades e representantes do Sindicato Nacional de Parques e Atrações Turísticas (Sindepat), Associação Brasileira das Empresas de Parques de Diversão do Brasil (Adibra) e Hopi Hari.
O presidente do Hopi Hari, Armando Pereira, reforçou como a acessibilidade aos parques e outros locais de lazer pode beneficiar os portadores de necessidades especiais. “É essencial que todos nós tenhamos consciência de investir no futuro e em um mundo melhor. Parte disso é oferecer momentos de diversão e encantamento a todos, incluindo portadores de deficiência”, disse.
Já o presidente do Sindepat, Alain Baldacci, afirmou que “com o empenho de todos os parques e todas as atrações turísticas, a ação oferecerá uma experiência de entretenimento com diversão e muita segurança”. O presidente do Conselho do Sindepat e presidente do Playcenter, Marcelo Gutglas, lembrou de outra iniciativa importante - o Dia Nacional da Alegria -, data em que os parques recebem gratuitamente crianças carentes.
Na solenidade, dez jovens da Associação de Balé de Cegos Fernanda Bianchini fizeram uma apresentação de dança. O presidente do Hopi Hari prestou ainda homenagem a Maurício de Sousa, que criou e doou o personagem Luca, menino cadeirante da Turma da Mônica, mascote do evento. No próximo ano, outros parques membros da Adibra e do Sindepat, como o Beach Park, Wet´n Wild, Playcenter, Hot Parque e Parque Unipraias, irão se juntar ao movimento.
Madrinha
O evento que lançou oficialmente o Dia Nacional da Pessoa com Deficiência em Parques e Atrações Turísticas teve como importante fonte de inspiração o trabalho da deputada estadual Célia Leão. Em 2002, ela foi considerada uma das parlamentares mais atuantes da Assembléia Legislativa pela sua atuação na área social e foi presidente por quatro vezes da Comissão de Promoção Social da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo.
"O apoio dessa ilustre personalidade é de extrema importância para a discussão do tema, pois promoverá ainda mais à pessoa com deficiência dignidade, respeito e igualdade. Além disso, com incentivos como este, o turismo brasileiro torna-se uma eficiente maneira de fomentar a inclusão social, gerar novos empregos e promover a cidadania", ressalta a diretoria do parque.
Durante seu pronunciamento, a deputada Célia Leão ressaltou a importância de iniciativas como esta adotada pelos parques brasileiros. “Precisamos promover a inclusão sempre, especialmente em relação às pessoas com algum tipo de deficiência. O Hopi Hari e todos os parques envolvidos neste empreendimento podem contar com nosso apoio e incentivo sempre”.
O presidente do Hopi Hari, Armando Pereira, reforçou como a acessibilidade aos parques e outros locais de lazer pode beneficiar os portadores de necessidades especiais. “É essencial que todos nós tenhamos consciência de investir no futuro e em um mundo melhor. Parte disso é oferecer momentos de diversão e encantamento a todos, incluindo portadores de deficiência”, disse.
Já o presidente do Sindepat, Alain Baldacci, afirmou que “com o empenho de todos os parques e todas as atrações turísticas, a ação oferecerá uma experiência de entretenimento com diversão e muita segurança”. O presidente do Conselho do Sindepat e presidente do Playcenter, Marcelo Gutglas, lembrou de outra iniciativa importante - o Dia Nacional da Alegria -, data em que os parques recebem gratuitamente crianças carentes.
Na solenidade, dez jovens da Associação de Balé de Cegos Fernanda Bianchini fizeram uma apresentação de dança. O presidente do Hopi Hari prestou ainda homenagem a Maurício de Sousa, que criou e doou o personagem Luca, menino cadeirante da Turma da Mônica, mascote do evento. No próximo ano, outros parques membros da Adibra e do Sindepat, como o Beach Park, Wet´n Wild, Playcenter, Hot Parque e Parque Unipraias, irão se juntar ao movimento.
Madrinha
O evento que lançou oficialmente o Dia Nacional da Pessoa com Deficiência em Parques e Atrações Turísticas teve como importante fonte de inspiração o trabalho da deputada estadual Célia Leão. Em 2002, ela foi considerada uma das parlamentares mais atuantes da Assembléia Legislativa pela sua atuação na área social e foi presidente por quatro vezes da Comissão de Promoção Social da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo.
"O apoio dessa ilustre personalidade é de extrema importância para a discussão do tema, pois promoverá ainda mais à pessoa com deficiência dignidade, respeito e igualdade. Além disso, com incentivos como este, o turismo brasileiro torna-se uma eficiente maneira de fomentar a inclusão social, gerar novos empregos e promover a cidadania", ressalta a diretoria do parque.
Durante seu pronunciamento, a deputada Célia Leão ressaltou a importância de iniciativas como esta adotada pelos parques brasileiros. “Precisamos promover a inclusão sempre, especialmente em relação às pessoas com algum tipo de deficiência. O Hopi Hari e todos os parques envolvidos neste empreendimento podem contar com nosso apoio e incentivo sempre”.
Célia Leão e as bailarinas cegas que se apresentaram no Dia Mundial de Luta da Pessoa com Deficiência, no Hopi Hari
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
60 anos de ordenação
Hoje, dia 4 de dezembro, comemoramos 60 anos de ordenação presbiterial de Dom Gilberto Pereira Lopes, arcebispo emérito de Campinas. Foi ordenado padre por Dom Avelar Brandão Vilela, bispo de Petrolina (PE), e desde então, sua caminhada sacerdotal o trouxe para Campinas.Parabéns Dom Gilberto e obrigada pela sua dedicação à nossa cidade, à nossa arquidiocese. Que Deus o abençoe e o guarde sempre...
Célia Leão
Deputada Estadual
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
3 de dezembro
Hopi Hari sediará lançamento oficial do Dia Nacional da Pessoa com Deficiência em Parques e Atrações TurísticasA iniciativa social que levará cerca de 100 mil deficientes a parques e atrações turísticas de todo o Brasil teve como figura inspiradora a Deputada Célia Leão
Nesta quarta-feira, dia 3 de dezembro, acontecerá no Hopi Hari o lançamento da primeira edição do Dia Nacional da Pessoa com Deficiência em Parques e Atrações Turísticas. A iniciativa visa ressaltar a importância da acessibilidade em empreendimentos e, a partir de 2010, todos os parques associados à Adibra (Associação Brasileira das Empresas de Parques de Diversão do Brasil) e ao Sindepat (Sindicato Nacional de Parques e Atrações Turísticas) passarão a realizar anualmente a ação.
O objetivo é reunir em um único dia cerca de 100 mil visitantes com deficiência, nos complexos de lazer, compondo a maior ação social de inclusão de deficientes para a diversão desse grupo. O projeto contará com um mascote, o personagem Luca, menino cadeirante criado por Maurício de Sousa para a Turma da Mônica.
O evento que lança oficialmente o Dia Nacional da Pessoa com Deficiência em Parques e Atrações Turísticas teve como importante fonte de inspiração o trabalho da Deputada Estadual Célia Leão. Em 2002, ela foi considerada uma das parlamentares mais atuantes da Assembléia Legislativa pela sua atuação na área social e foi presidente por quatro vezes da Comissão de Promoção Social da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo.
"O apoio dessa ilustre personalidade é de extrema importância para a discussão do tema, pois promoverá ainda mais à pessoa com deficiência dignidade, respeito e igualdade. Além disso, com incentivos como este, o turismo brasileiro torna-se uma eficiente maneira de fomentar a inclusão social, gerar novos empregos e promover a cidadania", ressalta a diretoria do parque.
EMPREGOS
11,1 mil vagas na cidade de São Paulo. Vagas oferecidas pelo centro de recrutamento são para todas as regiões.
O Centro de Solidariedade ao Trabalhador (CST), centro de intermediação de mão-de-obra na cidade de São Paulo, oferece até o dia 8 de dezembro 16.504 vagas de trabalho para a Grande São Paulo, sendo 1.227 para deficientes.
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O Centro de Solidariedade ao Trabalhador (CST), centro de intermediação de mão-de-obra na cidade de São Paulo, oferece até o dia 8 de dezembro 16.504 vagas de trabalho para a Grande São Paulo, sendo 1.227 para deficientes.
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No Xeque-Mate
Inspiração natalina
A desculpa que o governador José Roberto Arruda (DEM) arranjou para “explicar” o dinheiro que recebeu — em um dos flagrantes que chocaram o País, devidamente registrados em vídeo e já amplamente divulgados pela imprensa — foi que era para comprar panetones para os pobres. O brasileiro já está acostumado a ver escândalos políticos acabar em pizza, mas em panetone é a primeira vez.
A desculpa que o governador José Roberto Arruda (DEM) arranjou para “explicar” o dinheiro que recebeu — em um dos flagrantes que chocaram o País, devidamente registrados em vídeo e já amplamente divulgados pela imprensa — foi que era para comprar panetones para os pobres. O brasileiro já está acostumado a ver escândalos políticos acabar em pizza, mas em panetone é a primeira vez.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
1º DE DEZEMBRO
DIA MUNDIAL DE COMBATE A AIDSTransformar o 1º de dezembro em Dia Mundial de Luta Contra a Aids foi uma decisão da Assembléia Mundial de Saúde, em outubro de 1987, com apoio da Organização das Nações Unidas - ONU. A data serve para reforçar a solidariedade, a tolerância, a compaixão e a compreensão com as pessoas infectadas pelo HIV/Aids. A escolha dessa data seguiu critérios próprios das Nações Unidas. No Brasil, a data passou a ser adotada a partir de 1988.
O preconceito e a discriminação contra as pessoas vivendo com HIV/Aids são as maiores barreiras no combate à epidemia, ao adequado apoio, à assistência e ao tratamento da Aids e ao seu diagnóstico. Os estigmas são desencadeados por motivos que incluem a falta de conhecimento, mitos e medos. Ao discutir preconceito e discriminação, o Ministério da Saúde espera aliviar o impacto da Aids no País. O principal objetivo é prevenir, reduzir e eliminar o preconceito e a discriminação associados à Aids. O Brasil já encontrou um modelo de tratamento para a Síndrome de Imunodeficiência Adquirida, que hoje é considerado pela OMS (Organização Mundial de Saúde) uma referência para o mundo. Agora nós, brasileiros, precisamos encontrar uma forma de quebrarmos os preconceitos contra a doença e seus portadores e sermos mais solidários do que somos por natureza. Acabar com o preconceito e aumentar a prevenção devem se tornar hábitos diários de nossas vidas.
O que é Aids
Uma deficiência no sistema imunológico, associada com a infecção pelo vírus da imunodeficiência humana HIV – (Human Immunodeficiency Virus), provocando aumento na susceptibilidade a infecções oportunísticas e câncer.
Transmissão:
- o vírus HIV pode ser transmitido pelo sangue, sêmen, secreção vaginal, leite materno;
- relações sexuais homo ou heterossexuais, com penetração vaginal, oral ou anal, sem proteção da camisinha, transmitem a Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis e alguns tipos de hepatite;
- compartilhamento de seringas entre usuários de drogas injetáveis;
- transfusão de sangue contaminado;
- instrumentos que cortam ou furam, não esterilizados;
- da mãe infectada para o filho, durante a gravidez, o parto e a amamentação.
Tratamento:
Atualmente a terapia com os chamados “anti-retrovirais” proporciona melhoria da qualidade de vida, redução da ocorrência de infecções oportunísticas, redução da mortalidade e aumento da sobrevida dos pacientes. (Os anti-retrovirais são medicamentos que suprimem agressivamente a replicação do vírus HIV).
Fique sabendo:
A Aids não é transmitida pelo beijo, abraço, toque, compartilhando talheres, utilizando o mesmo banheiro, pela tosse ou espirro, praticando esportes, na piscina, praia e, antes de tudo, não se pega aids dando a mão ao próximo, seja ele ou não soropositivo.
Fontes:
Programa Nacional de DST e Aids do Ministério da Saúde.
Revista Veja - Augusto Nunes
Ruth Cardoso x Dilma: 400 a 0
Ruth Cardoso foi a prova definitiva de que milagres civilizatórios ocorrem mesmo nos grotões do planeta. A discreta e talentosa paulista de Araraquara, que se casou muito jovem com o sociólogo carioca Fernando Henrique Cardoso, seria a única primeira-dama a desembarcar em Brasília com profissão definida, luz própria e opiniões a emitir ─ sempre com autonomia intelectual e, se necessário, elegante contundência. Durante oito anos, o brilho da mulher que sabia o que dizia somou-se à luminosidade da antropóloga respeitada em muitos idiomas para clarear o coração do poder.
No fim de 1994, por não imaginarem com quem logo lidariam, muitos jornalistas ouviram com ceticismo a justificativa apresentada pelo presidente eleito para a viagem à Rússia: “Vou como acompanhante da Ruth”. Ela participaria como palestrante de um congresso de antropologia promovido em Moscou, ele aproveitaria para descansar alguns dias. Nenhum repórter cuidou de conferir o desempenho da palestrante. Perderam todos a chance de descobrir que Ruth era muito mais que a mulher do n° 1.
A melhor e mais brilhante das primeiras-damas abdicou do título já no dia da posse do marido. “Isso é uma caricatura do original americano, esse cargo não existe”, resumiu numa entrevista. Se não existia, Ruth inventou-o. Sem pompas nem fitas, longe de fanfarras e rojões, montou o impressionante conjunto de ações enfeixadas no programa Comunidade Solidária. Em dezembro de 2002, os projetos em execução mobilizavam 135 mil alfabetizadores, 17 mil universitários e professores, 2.500 associações comunitárias, 300 universidades e 45 centros de voluntariado.
Acabou simbolicamente promovida a primeira-dama da República no dia da morte que pareceria prematura ainda que tivesse mais de 100 anos. A cerimônia do adeus comprovou que o Brasil se despedia, comovido, de alguém que o fizera parecer menos primitivo, mais respirável, menos boçal. E que merecia ter morrido sem conhecer a fábrica de dossiês cafajestes da Casa Civil chefiada por Dilma Rousseff.
Instruída para livrar o governo da enrascada em que se metera com a gastança dos cartões corporarativos, Dilma produziu um papelório abjeto que tentava reduzir Fernando Henrique e Ruth Cardoso a perdulários incuráveis, uma dupla decidida a desperdiçar o dinheiro da nação em vinhos caros e futilidades gastronômicas. Dilma foi a primeira a agredir uma mulher gentil, suave, e também por isso tratada com respeito até por ferozes inimigos do marido.
A fraude que virou candidata à presidência anda propondo que o país compare Fernando Henrique a Lula. Qualquer partido mais competente e menos poltrão teria topado há muito tempo esse confronto entre a seriedade e a bravata, entre o conhecimento e a ignorância, entre o moderno e o antigo, entre o real e o imaginário. Como o PSDB prefere capitular sem combate, poderia ao menos sugerir que se compare Dilma Rousseff a Ruth Cardoso. A Mãe do Pac talvez aprenda como se chega a um placar de 400 a zero.
Ruth Cardoso foi a prova definitiva de que milagres civilizatórios ocorrem mesmo nos grotões do planeta. A discreta e talentosa paulista de Araraquara, que se casou muito jovem com o sociólogo carioca Fernando Henrique Cardoso, seria a única primeira-dama a desembarcar em Brasília com profissão definida, luz própria e opiniões a emitir ─ sempre com autonomia intelectual e, se necessário, elegante contundência. Durante oito anos, o brilho da mulher que sabia o que dizia somou-se à luminosidade da antropóloga respeitada em muitos idiomas para clarear o coração do poder.
No fim de 1994, por não imaginarem com quem logo lidariam, muitos jornalistas ouviram com ceticismo a justificativa apresentada pelo presidente eleito para a viagem à Rússia: “Vou como acompanhante da Ruth”. Ela participaria como palestrante de um congresso de antropologia promovido em Moscou, ele aproveitaria para descansar alguns dias. Nenhum repórter cuidou de conferir o desempenho da palestrante. Perderam todos a chance de descobrir que Ruth era muito mais que a mulher do n° 1.
A melhor e mais brilhante das primeiras-damas abdicou do título já no dia da posse do marido. “Isso é uma caricatura do original americano, esse cargo não existe”, resumiu numa entrevista. Se não existia, Ruth inventou-o. Sem pompas nem fitas, longe de fanfarras e rojões, montou o impressionante conjunto de ações enfeixadas no programa Comunidade Solidária. Em dezembro de 2002, os projetos em execução mobilizavam 135 mil alfabetizadores, 17 mil universitários e professores, 2.500 associações comunitárias, 300 universidades e 45 centros de voluntariado.
Acabou simbolicamente promovida a primeira-dama da República no dia da morte que pareceria prematura ainda que tivesse mais de 100 anos. A cerimônia do adeus comprovou que o Brasil se despedia, comovido, de alguém que o fizera parecer menos primitivo, mais respirável, menos boçal. E que merecia ter morrido sem conhecer a fábrica de dossiês cafajestes da Casa Civil chefiada por Dilma Rousseff.
Instruída para livrar o governo da enrascada em que se metera com a gastança dos cartões corporarativos, Dilma produziu um papelório abjeto que tentava reduzir Fernando Henrique e Ruth Cardoso a perdulários incuráveis, uma dupla decidida a desperdiçar o dinheiro da nação em vinhos caros e futilidades gastronômicas. Dilma foi a primeira a agredir uma mulher gentil, suave, e também por isso tratada com respeito até por ferozes inimigos do marido.
A fraude que virou candidata à presidência anda propondo que o país compare Fernando Henrique a Lula. Qualquer partido mais competente e menos poltrão teria topado há muito tempo esse confronto entre a seriedade e a bravata, entre o conhecimento e a ignorância, entre o moderno e o antigo, entre o real e o imaginário. Como o PSDB prefere capitular sem combate, poderia ao menos sugerir que se compare Dilma Rousseff a Ruth Cardoso. A Mãe do Pac talvez aprenda como se chega a um placar de 400 a zero.
USP criará Centro de Treinamento de Cães-Guia
Centro é resultado da parceria entre a Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência e a Faculdade de Medicina VeterináriaA Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência e a Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da Universidade de São Paulo (USP) assinaram um convênio para a criação de um Centro de Treinamento de Cães-Guia. A cerimônia para assinatura do acordo aconteceu na última terça-feira, 24. O Centro deverá funcionar em um terreno adjacente à FMVZ, doado pela reitoria da USP.
A coordenadora do projeto, professora da FMZ e responsável eplo Serviço de Anestesia do Hospital Veterinário da USP, Denise Tabacchi Fantoni, explica que o centro, além da criação e treinamento de cães-guia para cegos, definirá os parâmetros em relação ao uso do cão-guia e os métodos de treinamento.
O convênio estabeleceu os termos da parceria entre a FMVZ e a Secretaria instituindo as ações que caberão a cada uma das partes envolvidas no Projeto. O primeiro passo foi a doação do terreno pela reitoria para as instalações físicas do Centro. "É um passo inicial para um grande projeto que envolverá a Universidade, o governo estadual e a sociedade", explica Denise.
Quando instalado, o Centro treinará cães das raças Labrador e Golden Retriever, que possuem um alto grau de habilidade para o aprendizado da função de guia. Os animais serão adquiridos por meio de doações de canis particulares, credenciados e com controle de doenças. Inicialmente, o Projeto espera formar 30 cães ao ano para os portadores de deficiência visual. No futuro, a professora cogita a hipótese de compra de filhotes, conforme o desenvolvimento do projeto.
3 de dezembro - Dia Internacional de Luta
Governo promove dois eventos para discutir inclusão de pessoas com deficiência. Interessados em participar de seminário e encontro internacional devem se inscrever pela internet
A Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência promove dois eventos no início de dezembro para discutir e avaliar ações para que promovam uma maior integração das pessoas com deficiência à sociedade.
O primeiro acontecerá em dia 3 de dezembro, data em que se comemora o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência. O seminário "Memórias, Conquistas e o Futuro do Movimento das Pessoas com Deficiência no Brasil", terá palestrantes envolvidos na luta pelos direitos das pessoas com deficiência, que traçarão um panorama dos últimos anos e perspectivas para o futuro.
Os interessados em participar do seminário, devem baixar a ficha de inscrição no site http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br/usr/share/documents/25nov09_anexo_inscricao_seminario.doc e enviá-la para o e-mail participe@pessoacomdeficiencia.sp.gov.br.
A Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência promove dois eventos no início de dezembro para discutir e avaliar ações para que promovam uma maior integração das pessoas com deficiência à sociedade.
O primeiro acontecerá em dia 3 de dezembro, data em que se comemora o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência. O seminário "Memórias, Conquistas e o Futuro do Movimento das Pessoas com Deficiência no Brasil", terá palestrantes envolvidos na luta pelos direitos das pessoas com deficiência, que traçarão um panorama dos últimos anos e perspectivas para o futuro.
Os interessados em participar do seminário, devem baixar a ficha de inscrição no site http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br/usr/share/documents/25nov09_anexo_inscricao_seminario.doc e enviá-la para o e-mail participe@pessoacomdeficiencia.sp.gov.br.
domingo, 29 de novembro de 2009
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Secretário da Cultura expõe principais projetos e programas da pasta
Presidida pela deputada Célia Leão, a Comissão de Cultura, Ciência e Tecnologia recebeu nesta quarta-feira, 18/11, João Sayad, Secretário de Estado da Cultura, para expor os projetos e programas culturais da Secretaria.O secretário destacou o significativo crescimento no orçamento estadual para o setor que, de acordo com ele, aumentou de 1% para 1,15%, representando cerca de 790 milhões de reais. Para ele, o governo tem contemplado a secretaria com a importância que merece.
Quanto às questões administrativas da secretaria, Sayad afirmou que, atualmente, existem quadros absolutamente compatíveis com as suas funções. "Há muito o que fazer na área administrativa, e nós fizemos bastante", declarou. O secretário destacou as correções feitas com relação à situação irregular da contratação dos funcionários das organizações sociais, o que, segundo ele, resultou em um aumento significativo na despesa.
“Os investimentos na cultura têm aumentado bastante em São Paulo, pois trata-se de um setor que merece e necessita de toda a nossa atenção e esforços”, ressaltou a deputada Célia Leão durante a reunião com Sayad.
Britânico volta a enxergar com uso de olho biônico pioneiro
Um homem britânico que havia perdido a visão na juventude se tornou uma das primeiras pessoas do mundo a voltar a enxergar com o uso de um "olho biônico" desenvolvido nos Estados Unidos.Peter Lane, de 51 anos, da cidade de Manchester, é uma das 32 pessoas que estão sendo submetidas uma experiência internacional com o equipamento.
Ele recebeu um implante de um receptor eletrônico, instalado dentro do globo ocular e ligado ao nervo óptico e a óculos especiais.
Uma câmera colocada nesses óculos capta a imagem e a envia a um processador portátil, que transforma a imagem em sinais eletrônicos enviados ao receptor. Este, por sua vez, envia impulsos até retina e nervo óptico, fazendo a pessoa finalmente enxergar.
Fonte: G1
No Correio Popular de hoje
Propostas para a era pós-Lula
Às vésperas de abrir o palco para um dos maiores espetáculos de sua história, o país vivencia um típico jogo de soma zero. Essa modalidade, como se sabe, tem como característica a disputa agressiva pelo controle das jogadas. O avanço de um jogador ocorre ante o recuo do outro. A vitória de um partido se dá por conta da derrota da sigla adversária. Ou, para trazermos a imagem para estes dias acidentados, a queda da viga de um viaduto do Rodoanel sobre três carros, na rodovia Régis Bittencourt, zera o jogo que os tucanos ganhavam dos petistas em razão do gol contra do apagão de Itaipu, que deixou no escuro 18 Estados, na semana retrasada.
Os dois casos mostram a disputa contundente pelo poder que se trava no país, desprezando o fato de que efeitos dos desastres, se danos eventuais provocam à imagem de atores políticos em medição de forças, sequelas graves causam à própria comunidade nacional, por saírem de seu bolso, em última instância, os recursos para financiar os serviços do Estado.
A maneira como os atores políticos jogam suas cartas no tabuleiro define o estilo de governar, podendo empurrar o país para a frente ou para trás. No caso brasileiro, o estilo é de ataque recíproco, que caracteriza o jogo de soma zero.
Os contendores, em intenso conflito, procuram assumir o controle das ações de forma a ganhar os torneios (eleições, votações parlamentares, posição no ranking do prestígio etc) a qualquer custo.
Há, porém, um modo diferente e oposto de fazer política: é a ação plural e proativa, voltada para a criação de recursos. Nesse caso, os participantes se esforçam para melhorar os vetores da administração, buscando benefícios oriundos da educação, da cultura ou da pesquisa técnico-científica nos mais variados campos.
Os países que avançam mais rapidamente são os que optam por esse modelo. A história da ciência do planejamento registra dois exemplos clássicos para denotar visões opostas: o caso de Hitler, na Segunda Guerra Mundial, típico da disputa por tirar recursos de outros para redistribuí-los (jogo de soma zero), e o do Japão pós-guerra, caso notável de estilo superior de criação de recursos e oportunidades. A China, hoje, seria também exemplo desse tipo.
O Brasil, infelizmente, tem sido useiro e vezeiro na prática da queda de braço, da forma perde-ganha. E pelas escaramuças a que já começamos a assistir, ultimamente, o jogo de soma zero deverá ganhar status oficial no tabuleiro eleitoral.
Para escapar dessa perspectiva, se impõe aos contendores o dever de avaliar os altos interesses da nação, e não deixar-se levar pelas baixas correntes que deságuam no oceano da mediocridade. O Brasil carece sair do ramerrão inócuo. Do besteirol sobre o maior e o menor apagão ou se blecaute é algo comum ou inédito.
Sem a arrumação dos eixos institucionais, o país abrirá as portas do futuro com as chaves do passado. Uma tragédia.
___
Gaudêncio Torquato, jornalista, é professor titular da USP e consultor político
Às vésperas de abrir o palco para um dos maiores espetáculos de sua história, o país vivencia um típico jogo de soma zero. Essa modalidade, como se sabe, tem como característica a disputa agressiva pelo controle das jogadas. O avanço de um jogador ocorre ante o recuo do outro. A vitória de um partido se dá por conta da derrota da sigla adversária. Ou, para trazermos a imagem para estes dias acidentados, a queda da viga de um viaduto do Rodoanel sobre três carros, na rodovia Régis Bittencourt, zera o jogo que os tucanos ganhavam dos petistas em razão do gol contra do apagão de Itaipu, que deixou no escuro 18 Estados, na semana retrasada.
Os dois casos mostram a disputa contundente pelo poder que se trava no país, desprezando o fato de que efeitos dos desastres, se danos eventuais provocam à imagem de atores políticos em medição de forças, sequelas graves causam à própria comunidade nacional, por saírem de seu bolso, em última instância, os recursos para financiar os serviços do Estado.
A maneira como os atores políticos jogam suas cartas no tabuleiro define o estilo de governar, podendo empurrar o país para a frente ou para trás. No caso brasileiro, o estilo é de ataque recíproco, que caracteriza o jogo de soma zero.
Os contendores, em intenso conflito, procuram assumir o controle das ações de forma a ganhar os torneios (eleições, votações parlamentares, posição no ranking do prestígio etc) a qualquer custo.
Há, porém, um modo diferente e oposto de fazer política: é a ação plural e proativa, voltada para a criação de recursos. Nesse caso, os participantes se esforçam para melhorar os vetores da administração, buscando benefícios oriundos da educação, da cultura ou da pesquisa técnico-científica nos mais variados campos.
Os países que avançam mais rapidamente são os que optam por esse modelo. A história da ciência do planejamento registra dois exemplos clássicos para denotar visões opostas: o caso de Hitler, na Segunda Guerra Mundial, típico da disputa por tirar recursos de outros para redistribuí-los (jogo de soma zero), e o do Japão pós-guerra, caso notável de estilo superior de criação de recursos e oportunidades. A China, hoje, seria também exemplo desse tipo.
O Brasil, infelizmente, tem sido useiro e vezeiro na prática da queda de braço, da forma perde-ganha. E pelas escaramuças a que já começamos a assistir, ultimamente, o jogo de soma zero deverá ganhar status oficial no tabuleiro eleitoral.
Para escapar dessa perspectiva, se impõe aos contendores o dever de avaliar os altos interesses da nação, e não deixar-se levar pelas baixas correntes que deságuam no oceano da mediocridade. O Brasil carece sair do ramerrão inócuo. Do besteirol sobre o maior e o menor apagão ou se blecaute é algo comum ou inédito.
Sem a arrumação dos eixos institucionais, o país abrirá as portas do futuro com as chaves do passado. Uma tragédia.
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Gaudêncio Torquato, jornalista, é professor titular da USP e consultor político
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
TURISMO
Governo lança Rotas de Aventura para quem procura emoções. Roteiros contemplam os municípios de Taubaté, Monteiro Lobato, Salesópolis e CunhaPara quem gosta de adrenalina, uma ótima novidade: a Secretaria de Esporte, Lazer e Turismo lançou o Rotas de Aventura, que traz roteiros que vão agradar turistas interessados em natureza, história, campo e emoção. O lançamento foi realizado durante o Festival de Turismo de Gramado, entre os 19 e 21 de novembro.
O Rotas de Aventura contempla os municípios de Taubaté, Monteiro Lobato, Salesópolis e Cunha. Conheça cada um deles:
Rota 1: Taubaté - Campos do Jordão
Com saída da cidade de Taubaté, oferece um passeio com café colonial típico em uma fazenda histórica de Guaratinguetá. Visão privilegiada das cidades durante todo o trajeto, almoço em Campos do Jordão, visita ao Horto Florestal a ao Centro Turístico do Capivari.
Rota 2: Taubaté - Monteiro Lobato
Também sai de Taubaté. É uma jornada através dos caminhos da região. Passando por pesqueiros e riachos, há uma parada nos doces típicos em Monteiro Lobato até a chegada à Cachoeira dos Pretos, uma queda d'água de 154 metros de altura em Joanópolis. Na volta, um encontro com a cultura local, passando por São Francisco Xavier e uma visita à fazenda que pertenceu a Monteiro Lobato.
Rota 3: Taubaté - Salesópolis
A aventura começa com um city tour pela cidade de São Luís do Paraitinga com parada no Mercado Municipal. Depois há a travessia de balsa e lanche na Cachoeira do Bairro Alto em Natividade da Serra. A próxima parada é em Salesópolis, no parque da Nascente do Rio Tietê e, por último, visita ao Casarão Senzala, ponto da história da escravidão.
Rota 4: Taubaté - Cunha
Essa rota é indicada para os mais aventureiros. Com poucas paradas, mas em lugares especiais. A primeira é na Cachoeira Grande em Lagoinha e depois na Fazenda Centenária onde se contempla as estruturas do século XVIII. A última parada se faz em Cunha, conhecido pela produção de pinhão e pela cerâmica de alta temperatura.
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