Pesquisadores do PR desenvolvem sistema que 'traduz' braile. Iniciativa deve facilitar aplicação do vestibular a deficientes visuais. Aparelho, que funciona com webcam, reconhece 63 sinais do braile.
Professores da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) desenvolveram um sistema capaz de reconhecer, com o auxílio de uma webcam, 63 sinais de leitura tátil (braile). A iniciativa para criar o sistema, batizado de Litteris, surgiu devido à dificuldade em transcrever as provas de redação do vestibular da instituição aplicadas para deficientes visuais.
Em apenas dois meses, os professores Ariângelo Hauer Dias, Carlos Luciano Sant’Ana Vargas, Ivo Mário Mathias e Marcelo Bilobrovec, criaram o programa que, em apenas um segundo, fotografa e decodifica uma letra em braile para o alfabeto romano.
O sistema, segundo os professores, funciona por uma rede neural artificial que, depois de “ensinada” a identificar os símbolos, consegue traduzi-los.
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