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No dia 8 de
março de 1857, nos Estados Unidos, 129 operárias foram violentamente mortas
quando reivindicavam uma jornada de “apenas” 10 horas diárias de trabalho. Por
este motivo, em 1910, durante a 2ª Conferência Internacional de Mulheres, ficou
determinado que a data fosse declarada como o Dia Internacional da Mulher, em
homenagem àquelas mulheres que morreram lutando por uma vida melhor.
E este
cenário de luta ainda permanece vivo em pleno século 21. É claro que muita
coisa mudou durante todo este tempo, como a emancipação feminina para o mercado
de trabalho com salários mais próximos aos dos homens, o exercício de funções
que antes eram exclusivas do mundo masculino, o direito ao voto, as liberdades
sexuais, entre muitas outras conquistas que colocaram a mulher em condição de
direitos e deveres equivalentes aos dos homens em nossa sociedade atual.
O Dia
Internacional da Mulher é uma data especialíssima para que possamos refletir
sobre como estamos lidando com a condição feminina nos dias atuais. Já
caminhamos muito desde aquele fatídico 8 de março de 1857. Mesmo assim ainda há
um longo caminho a ser trilhado para romper as barreiras e tabus que insistem
em atravancar os avanços necessários, e que precisam ser banidos da nossa
sociedade como condição essencial para a criação de um mundo justo, solidário e
harmonioso para todos nós. E essa é a nossa luta, sempre.
Célia Leão
Deputada Estadual
PSDB - SP
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